quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Porque hoje perdemos alguém e isso fez-me sentir flicts...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Sê o melhor que puderes...



BE THE BEST OF WHATEVER YOU ARE

If you can't be a pine on the top of a hill
Be a scrub in the valley, but be the best little scrub on the side of the hill
Be a bush if you can't be a tree,
If you can't be a bush be a bit of the grass
And some highway happier make.
If you can't be a muskie, then just be a bass,
But the liveliest bass in the lake.
We can't all be captains, we've got to be crew,
There's something for all of us here.
There's big work to do and there's lesser work, too,
And the thing we must do is the near
If you can't be a highway, then just be a trail.
If you can't be the sun, be a star.
It isn't by size that you win or you fail.
Be the best of whatever you are.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

"Há anos que as nossas crianças não são educadas por pessoas. Há anos que as nossas crianças são educadas por ecrãs. E o vidro não cria empatia. A empatia só se cria se, diante dos nossos olhos, tivermos outros olhos. Se diante do nosso rosto tivermos outro rosto. Humano.

É por isso as nossas crianças crescem sem emoções. Crescem frias por dentro, sem um olhar para os outros que as rodeiam.

Durante anos - por culpa nossa - foram criadas na ilusão de que tudo lhes era permitido.

Durante anos - por culpa nossa - foram criadas na ilusão de que a vida era uma longa avenida de prazer, sem regras, sem leis, e que nada, absolutamente nada, dava trabalho.

Durante anos, todos nós, pais, avós, professores, fomos deixando que isso acontecesse.

E, de repente, os jornais e as televisões trazem-nos relatos de jovens que agridem professores na sala de aula e nós olhamos para tudo muito admirados - como se nada fosse connosco.

Mas é."
In "O livro da avó Alice" Alice Vieira

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

terça-feira, 21 de junho de 2011

quinta-feira, 5 de maio de 2011

De uma mulher que aspira a ser mãe...

As mães crescem com os anos
As mães sobem uma escada até ao céu,
sobem e descem a escada longa dos filhos;
as mães olham para cima, firmam as mãos na escada
e pensam com os olhos. Ficam de pé ―morrem de pé
se for preciso― a pensar as estrelas. Cada uma delas
é um pulmão jovem, um alvéolo inviolável.
As mães crescem com os anos, tornam-se ramos
a baloiçar na escada: são perenes, persistentes
e mansas. As mães abrigam os pássaros no olhar,
tomam-nos nas mãos como oferta sagrada
e soltam-nos do alto da escada: voam, voam,
crescem contra as nuvens e são água, espuma,
exílio azul. Os filhos são os olhos das mães, aflitos
e saudáveis, à espera que floresça a flor fria
da amendoeira. Olhos que partem para regressar a si.

Nuno Higino (texto). Alberto Péssimo (ilustração).
mãe. E leva os filhos nos olhos como se os levasse pela mão
Letras&Coisas. 2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011